Vale-refeição mais livre nas maquininhas
Trabalhadores brasileiros ganham mais liberdade no uso dos cartões de benefício corporativo a partir de agora, graças a uma novidade que movimenta o mercado nacional.
Resumindo
A famosa interoperabilidade entre diferentes marcas de vale-refeição e alimentação entra em cena para ampliar as opções de pagamento.
O cronograma de transição começou em maio e avança gradualmente até novembro deste ano.
Grandes nomes do setor, como Alelo, Ticket, VR Benefícios, Pluxee, Flash e Swile, integram essa mudança regulatória.
E o que isso muda na prática?
Na rotina de quem consome e de quem vende, a principal vantagem é que os cartões passam a ser aceitos em qualquer terminal habilitado, rompendo exclusividades antigas. Além disso, a atualização do Programa de Alimentação do Trabalhador estabelece limites importantes para o mercado: a taxa máxima cobrada dos comércios fica em 3,6% sobre as transações, enquanto o repasse do dinheiro aos estabelecimentos deve acontecer em até 15 dias corridos. Mesmo com o cronograma em andamento, entidades do setor de alimentação fora do lar apontam que a integração tecnológica completa ainda passa por desafios operacionais e debates judiciais entre as empresas envolvidas.

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