SUS acha 10 mil casos de HPV com exame molecular
A rede pública de saúde já identificou quase dez mil diagnósticos positivos para a versão mais perigosa do papilomavírus humano utilizando uma nova tecnologia de triagem em nível nacional.
Resumindo
O método de DNA molecular passou a ser adotado neste ano para substituir o tradicional Papanicolau em grande parte do território brasileiro.
A Organização Mundial da Saúde recomenda esse tipo de teste desde 2013 por causa da precisão em encontrar o vírus antes de lesões avançadas.
Atualmente, 26 estados já operam com o novo formato e a expectativa é que o Espírito Santo incorpore a novidade nos próximos meses.
E o que isso muda na prática?
A grande vantagem dessa inovação tecnológica é a velocidade e a antecipação no diagnóstico. Estudos apontam que o rastreamento molecular consegue adiantar em até dez anos a identificação de riscos para o câncer do colo do útero em comparação ao método antigo. Enquanto a média de idade no exame tradicional ficava próxima aos 49 anos, o teste de DNA avança para a faixa dos 39 anos. Segundo projeções oficiais, o país pode enfrentar milhares de novos casos anuais da doença, mas a detecção precoce promovida por essa tecnologia garante chances de cura superiores a 95%.

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