A conta alta da falta de prevenção na saúde
A expansão da longevidade nacional coloca em evidência a urgência de ampliar os cuidados preventivos para proteger tanto a população quanto a economia.
Resumindo
O país registra atualmente mais de 32,1 milhões de habitantes com 60 anos ou mais.
Pesquisas indicam que óbitos prematuros por quatro categorias de tumores geraram perdas produtivas de R$ 45,7 bilhões entre 2012 e 2024.
Investimentos em imunização e diagnóstico precoce mostram potencial para reverter parte significativa desses prejuízos financeiros.
E o que isso muda na prática?
O levantamento conduzido pela farmacêutica Pfizer em parceria com a GO Associados detalha que o impacto econômico decorre dos anos de trabalho perdidos por mortes antes da idade produtiva final. Desse total, a faixa etária dos 40 aos 59 anos concentrou a maior parte das perdas. Além disso, desigualdades entre os atendimentos públicos e privados evidenciam bilhões em prejuízos evitáveis caso a eficiência do diagnóstico fosse equiparada. No campo das doenças infecciosas, simulações com vacinação de idosos apontam que cada real aplicado em imunização pode gerar retorno financeiro expressivo por meio da redução de internações hospitalares.

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