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Entenda as novas regras da energia solar no Brasil

Saiba como funciona a transição tarifária e o impacto nos créditos de energia para novas instalações fotovoltaicas.

Gerar a própria energia em casa ou na empresa passou a seguir um modelo de transição regulamentado no país desde o início de 2022.

Resumindo

A legislação estabelece uma cobrança gradual pelo uso da infraestrutura de distribuição das concessionárias locais.

As novas instalações enfrentam um cronograma de repasse sobre os créditos de energia injetados na rede.

Por outro lado, quem garantiu o pedido de acesso até janeiro de 2023 assegurou a isenção de taxas até o ano de 2045.

E o que isso muda na prática?

A mudança afeta diretamente o cálculo dos créditos de energia compensados na conta de luz, aplicando descontos escalonados conhecidos como tarifa do Fio B. Em 2026, a cobrança sobre a energia injetada na rede pelas novas unidades atinge 60%, subindo para 75% em 2027 e 90% em 2028, até alcançar a regra definitiva em 2029. Apesar disso, especialistas do setor reforçam que a tecnologia continua vantajosa e gera economia logo nos primeiros meses.

O cliente já começa a economizar no primeiro mês. Isso porque o valor da parcela do financiamento fica menor do que o valor que ele pagava todo mês para a concessionária.

A evolução do marco regulatório teve início com resoluções normativas da Aneel criadas para impulsionar a tecnologia no mercado nacional. Com a expansão do segmento, a cobrança gradual ajuda a equilibrar os custos de manutenção da fiação elétrica para todos os consumidores, enquanto o uso de sistemas próprios garante autonomia contra a dependência exclusiva das redes tradicionais.

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