Para indústria e sindicatos, corte de 0,25 na Selic ficou aquém do necessário
CNI: juro restritivo há 55 meses e 3,6 pontos acima da Regra de Taylor
O quarto corte seguido da Selic agradou pelo rumo, mas não pelo tamanho. A Firjan disse que o patamar ainda alto mantém o crédito caro e adia investimentos, citando o crescimento de só 0,4% da indústria de transformação no primeiro semestre, segundo o IBGE.
A CNI apontou que os juros estão restritivos há 55 meses e 3,6 pontos acima do que sugere a Regra de Taylor (10,4%), defendendo "cortes mais expressivos na Selic, sem prejuízos no combate à inflação". A Força Sindical também achou pouco: "Perdemos uma excelente oportunidade de promover uma redução drástica da taxa de juros, dar uma injeção de ânimo no setor produtivo e alavancar mais a economia".

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