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Lula minimiza dívida pública e aposta em crescimento

Em entrevista, presidente defendeu expansão econômica e citou reservas internacionais como garantia contra o endividamento.

O cenário da economia nacional entrou em debate após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmar que o patamar atual do endividamento brasileiro não é motivo de preocupação extrema.

Resumindo

Durante uma entrevista concedida no domingo, 27 de setembro de 2026, o chefe do Executivo avaliou os números recentes da economia nacional.

Segundo dados do Banco Central mencionados na ocasião, a Dívida Bruta do Governo Geral atingiu a marca de R$ 10,9 trilhões, o que representa 82,5% do Produto Interno Bruto.

Especialistas apontam que essa alta na proporção da dívida funciona como um entrave para a diminuição das taxas de juros no país.

E o que isso muda na prática?

Para justificar sua avaliação sobre o tema, o presidente argumentou que o foco principal para reequilibrar as contas deve ser o estímulo ao crescimento produtivo, mencionando que o país voltou a registrar taxas superiores a 3%. Além disso, o governo apontou que as reservas internacionais acumuladas ao longo dos anos funcionam como um amortecedor de segurança para o mercado interno. Mesmo reconhecendo que o Orçamento atual não apresenta margem de sobra para gastos, a gestão federal reforçou a intenção de manter investimentos em infraestrutura e programas sociais enquanto busca equilibrar as contas públicas.

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