Campanha começa no domingo: o que pode, o que não pode e as datas
Prepare o feed e a caixa de som do bairro: a campanha eleitoral nas ruas e a propaganda nas redes começam neste domingo em todo o país. A partir de agora, santinho, carreata e vídeo patrocinado passam a ter data de validade e regras bem definidas.
Pela Lei das Eleições e pelas resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os atos de campanha valem até 3 de outubro — véspera do primeiro turno. Os comícios têm janela um pouco mais curta: são permitidos das 8h à meia-noite, e só até 1º de outubro.
Onde o palanque não pode encostar
Existe uma regra de distância que costuma passar batida. As mobilizações precisam manter no mínimo 200 metros de afastamento das sedes dos Poderes Executivo e Legislativo. A mesma restrição vale para tribunais, quartéis militares, hospitais, escolas e igrejas.
Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão tem período próprio: vai de 28 de agosto a 1º de outubro.
As datas da votação
O primeiro turno acontece em 4 de outubro, e a urna vai pedir bastante do eleitor: são escolhidos deputados federais, estaduais e distritais, governadores, senadores e o presidente da República.
O segundo turno está marcado para 25 de outubro e pode acontecer nas disputas por governo estadual e pela Presidência. A regra é conhecida: se nenhum candidato passar de 50% dos votos válidos no primeiro turno — cálculo que exclui brancos e nulos —, os eleitores voltam às urnas.
Quem disputa a Presidência
São 13 nomes registrados na disputa pelo Palácio do Planalto. Em ordem alfabética de sobrenome: Clariana Barão (DC), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), Augusto Cury (Avante), Hertz Dias (PSTU), Wilson Grassi (Democrata), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Pablo Marçal (PRTB), Samara Martins (UP), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo).
Os perfis de cada um estão disponíveis na página do TSE, que reúne as informações oficiais de registro de candidatura.

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