Aviação verde no radar: o querosene ecológico até 2030
O setor aéreo brasileiro caminha para uma transformação verde que pode colocar o país na liderança global da aviação sustentável.
Resumindo
O Ministério de Minas e Energia projeta que o combustível sustentável de aviação ocupe até dez por cento do mercado nacional no final desta década.
A legislação brasileira estabelece metas focadas na redução de emissões e não em porcentagens fixas de mistura nos tanques.
O país também mira o mercado externo para exportar o produto e ajudar outras nações a cumprirem metas ambientais.
E o que isso muda na prática?
A transição energética na aviação segue as diretrizes da Lei do Combustível do Futuro, que determina cortes graduais na emissão de gases poluentes a partir de 2027. Para alcançar essas metas sem gargalos, o governo aposta na neutralidade tecnológica, permitindo diferentes matérias-primas e rotas de produção regulamentadas pelo Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação. Além disso, estudos mostram que a oferta interna pode atingir bilhões de litros anuais, impulsionando a competitividade e abrindo espaço para a exportação global.
O mercado de SAF para o Brasil é uma vocação nacional que o país precisa aproveitar para ser um player internacional desse produto.

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