Teste com quase 400 mil pessoas mostra queda em parte da cognição nos EUA
Autores dizem que isso não prova que a inteligência humana está caindo
Um estudo na revista Intelligence analisou 394.378 adultos dos EUA, entre 2006 e 2018, para investigar o chamado Efeito Flynn Reverso — quando testes de inteligência mostram queda, ao contrário do que aconteceu ao longo do século 20.
As quedas maiores foram no raciocínio por padrões e nas sequências de letras e números. Já a rotação mental de objetos em 3D melhorou em parte do período — nem tudo caiu.
O recuo foi mais forte entre 18 e 22 anos e entre quem tem menos escolaridade. Os próprios autores dizem que isso não prova que as pessoas ficaram mais burras: a inteligência envolve memória, criatividade e aprendizado, além do que os testes mediram.

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