Urna e tecnologia: o que entra na cabine em 2026
A preparação para o dia de votação nas Eleições 2026 exige atenção redobrada aos eletrônicos permitidos e proibidos na hora de escolher os candidatos.
Resumindo
A Justiça Eleitoral determinou que dispositivos capazes de capturar imagens ou transmitir dados devem ficar totalmente desligados antes da entrada na cabine.
Celulares, câmeras, filmadoras e óculos inteligentes precisam ser entregues aos mesários no ponto indicado da seção.
Em contrapartida, o uso de anotações em papel continua liberado para ajudar a memorizar a sequência numérica dos concorrentes.
E o que isso muda na prática?
Na prática, a restrição tecnológica protege o sigilo do voto e evita qualquer tipo de registro indevido dos bastidores da escolha popular. Com seis cargos em disputa simultânea, a tradicional colinha de papel ganha ainda mais utilidade para agilizar o fluxo na seção eleitoral e impedir brancos na hora H. Vale lembrar que tecnologias assistivas e recursos de acessibilidade seguem garantidos para eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida, desde que os equipamentos utilizados cumpram exclusivamente essa função de apoio e não façam nenhum tipo de transmissão ou captura do momento do voto.

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