Mpox em alta no RJ
O estado fluminense viu os diagnósticos de mpox saltarem nos últimos meses, acendendo o alerta em saúde pública com números bem acima do ano anterior.
Resumindo
A Secretaria de Estado de Saúde contabilizou centenas de confirmações este ano, superando amplamente o balanço passado.
A capital concentra a maioria absoluta dos registros, impulsionada por um forte crescimento recente nas estatísticas locais.
O Ministério da Saúde anunciou que vai enviar mais doses de vacinas para apoiar o controle da circulação do vírus na região.
E como funciona a transmissão e a prevenção?
A doença, antes chamada de varíola dos macacos, é transmitida principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou gotículas respiratórias de uma pessoa infectada. Compartilhar itens pessoais como roupas de cama e toalhas também apresenta riscos.
Entre os sintomas mais comuns estão o surgimento de erupções cutâneas, ínguas inchadas, febre, calafrios, dores no corpo e fraqueza. O período de incubação costuma durar de três a 21 dias.
A imunização via Sistema Único de Saúde é direcionada especificamente para grupos prioritários, como profissionais de laboratório que lidam com o vírus, pessoas com imunossupressão grave e quem teve contato direto com casos suspeitos.
A recomendação principal das autoridades sanitárias para evitar o contágio é afastar-se de indivíduos que apresentem sinais visíveis da infecção, além de buscar atendimento médico imediato ao notar qualquer lesão atípica.

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