Crises do clima afetam milhões de jovens no país
Um levantamento recente divulgado pelo Unicef mostra que mais de 30 milhões de crianças e adolescentes no Brasil estão vulneráveis a múltiplos riscos climáticos, como ondas de calor intenso, secas prolongadas e enchentes.
Resumindo
O cenário é agravado pela projeção de um forte episódio do fenômeno El Niño, que deve intensificar eventos severos em diferentes regiões do território nacional até o início de 2027.
Especialistas apontam que o público infantojuvenil sofre impactos desproporcionais por estar em fase de desenvolvimento físico e depender diretamente de serviços públicos essenciais.
Entre as consequências mais comuns estão a interrupção de aulas, o comprometimento da vacinação e o risco à segurança alimentar e nutricional das famílias.
E o que isso muda na prática?
A situação exige ações preventivas urgentes por parte dos governos municipais, responsáveis pela infraestrutura básica como escolas e postos de saúde. Medidas como a criação de reservas de alimentos, adaptação de rotas de fuga e reestruturação de calendários escolares tornam-se indispensáveis para minimizar danos futuros. O país conta agora com novas diretrizes legais, como a legislação voltada à proteção ambiental da infância sancionada recentemente, que busca integrar a adaptação climática às políticas públicas de forma prioritária.

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