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Covid-19 em alta: Fiocruz liga o alerta

Levantamento recente aponta crescimento nas ocorrências graves de SRAG em estados brasileiros ao longo dos meses de setembro e outubro.

Novos dados divulgados pela Fundação Oswaldo Cruz apontam um crescimento nas notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave em diferentes regiões do país.

Resumindo

O levantamento mais recente do Boletim InfoGripe sinaliza uma alta nos quadros severos da doença ao longo de setembro e outubro.

Pelo menos cinco unidades federativas registraram indícios de avanço nas ocorrências associadas especificamente ao coronavírus.

Apesar do cenário de atenção, especialistas destacam que a incidência em grande parte dessas regiões ainda permanece em patamares baixos.

E o que isso muda na prática?

A análise detalhada pelo sistema de monitoramento epidemiológico mostra que o impacto nas internações continua concentrado principalmente nos extremos da pirâmide etária. Enquanto as crianças pequenas com até dois anos lideram os registros de incidência da síndrome, a população com 65 anos ou mais segue como a mais vulnerável aos óbitos decorrentes de infecções respiratórias. O relatório também mapeou a circulação de outros vírus no mesmo período, mostrando que o rinovírus lidera a proporção de casos positivos, seguido por participações menores de influenza A, influenza B, vírus sincicial respiratório e da própria covid-19. Com o monitoramento constante da Fiocruz, as autoridades de saúde seguem acompanhando de perto a evolução dos indicadores em capitais e estados para dimensionar o impacto assistencial.

No entanto, nessas quatro últimas unidades da Federação, a incidência de SRAG por covid-19 permanece em níveis muito baixos
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