Contas públicas na mira: estudo aponta rombo bilionário
Novas propostas governamentais podem gerar um impacto de R$ 40 bilhões nas contas públicas sem cobertura orçamentária.
Resumindo
Um estudo recente divulgado pela Instituição Fiscal Independente detalha o peso financeiro de mudanças anunciadas em programas sociais e regras para microempreendedores.
O levantamento aponta que o valor pode subir ainda mais caso promessas adicionais de campanha saiam do papel nos próximos anos.
Especialistas do órgão indicam a necessidade de um ajuste rigoroso para estabilizar a dívida e garantir a retomada dos investimentos no país.
E o que isso muda na prática?
Na prática, o relatório aponta um cenário de déficit primário e alerta que o governo precisará adotar medidas consistentes para equilibrar as receitas e despesas. A alta na taxa de juros real neutra e o volume de créditos concedidos pela União elevam o esforço necessário para manter a dívida pública sob controle, exigindo planejamento fiscal de longo prazo para evitar pressões adicionais na economia.
Considerando que a IFI estima ser necessário um superávit primário de 2,1% do PIB para estabilizar a relação dívida pública/PIB, esse quadro indica a necessidade de um ajuste fiscal equivalente a algo como 3 p.p. [pontos percentuais] do PIB

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