Blackwood: boas ideias e execução pela metade
O novo jogo Blackwood aposta em uma premissa ambiciosa de ação frenética inspirada em thrillers modernos, mas peca na entrega final.
Resumindo
O título coloca o jogador no papel de um assassino de aluguel que tenta equilibrar contratos noturnos com a rotina de uma locadora de DVDs em 2012.
Apesar de trazer mecânicas de combate interessantes e customização de armas robusta, a experiência sofre com problemas técnicos e falta de polimento.
E o que isso muda na prática?
Na prática, o lançamento em formato de Atos sem o selo de acesso antecipado resulta em um produto que apresenta falhas perceptíveis de inteligência artificial, áudio limitado e problemas graves de dirigibilidade. A rotina de gerenciamento da loja, que prometia ser um grande diferencial, acaba se tornando um elemento raso e pouco funcional devido à falta de indicações claras e à ausência de localização em português. Embora o sistema de combate e a personalização de armamentos entreguem momentos divertidos que lembram grandes referências do cinema e dos games, o resultado geral acaba dividido entre ótimos conceitos e uma execução incompleta.

GUARULHOS 